quinta-feira, 26 de maio de 2011

A razão de eu ser Benfiquista

Porque razão sou do Benfica? Responder a esta pergunta é simples e complexo ao memo tempo. Simples, porque o Benfica é o Benfica e ninguém pode dizer o contrário, porém, como escreveu Alice Vieira num prefácio de um livro com o mais grandioso título do mundo “Agora o Benfica, (…) ainda não sei bem o que seja”.

Sou benfiquista pela incontestável e irrefutável história. Durante 107 anos, o Benfica conquistou 32 Campeonatos Nacionais, 27 Taças/Campeonatos de Portugal, 4 Supertaças de Portugal, 2 Taças dos Campeões Europeus e 1 Taça Latina, a nível de futebol. Este clube eclético conta também com vários títulos no andebol, ciclismo, natação, râguebi, ténis, etc. Para além destas vitórias, sempre foi o “clube do povo”, tendo sido, em tempos, utilizado como força opositora ao Estado Novo, devido à sempre existente democracia.

Sou benfiquista, pois este glorioso clube envolve-se em causas nobres e solidárias como a doação de casas para os madeirenses após as cheias e a organização de um jogo entre o Benfica All Stars e Amigos de Zidane e Ronaldo, em que as receitas do jogo reverteram a favor do Haiti.

Sou benfiquista devido à união entre todos os benfiquistas. O nosso lema é “E Pluribus Unum” (Todos por Um), ou seja, de todos os clubes, destaca-se o Benfica e é por ele que trabalhamos e todos o apoiamos.

Sou benfiquista e, comigo, são 14 milhões espalhados pelo mundo. Apenas alguns clubes, como Real Madrid, Benfica e Juventus, conseguem ultrapassar os 10 milhões de apoiantes no mundo. Actualmente, o clube da Luz detém o record de maior número de sócios activos. São cerca de 230 000!

Existem muitas razões para ser apoiante do glorioso, muitas delas não cabem em 260 palavras, como o leque de exímios jogadores que tiveram a honra de jogar com a águia ao peito. Como escreveu Alice Vieira “É-se do Benfica pela razão mais forte que existe à face da terra: porque sim. Porque não poderíamos ser outra coisa.”

Ana Gomes 9ºC

Um bom texto, porque sim. Digam lá se não temos razão?

domingo, 22 de maio de 2011

Dia do Autor Português

Uma brevíssima selecçâo de nomes grandes da nossa literatura.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Entrevista a Manuel António Pina


Entrevista do JN a Manuel António Pina no dia em que foi galardoado com o prémio Camões.
13 de Junho de 2011.

entrevista ( cont.)






sexta-feira, 13 de maio de 2011

domingo, 8 de maio de 2011

TORRE de BABEL erguida em Buenos Aires


Uma Torre de Babel com 25 metros de altura, construída em espiral com 30 mil livros de todas as línguas, foi erigida numa praça do centro de Buenos Aires por iniciativa da artista argentina Marta Minujin.
"A ideia é unir todas as raças através do livro", explicou a artista sobre a sua obra monumental que será inaugurada, próxima na quarta-feira, e "existirá" na praça San Martin até ao final do mês.
A artista decidiu criar esta Torre de Babel, porque Buenos Aires é a Capital Mundial do Livro 2011, proclamada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
A partir de quinta-feira, os seus sete andares podem ser subidos gratuitamente por grupos de até 100 pessoas e a visita será acompanhada por uma banda sonora criada por Marta Minujin, que dá a ouvir a palavra "livro" em todas as línguas do mundo.
Perto de metade dos livros que serviram de "tijolos" para a construção da torre foi oferecida por 50 embaixadas em Buenos Aires, mas a outra metade vem de doações de milhares de pessoas mobilizadas graças a uma campanha pública para esta "obra de participação maciça", nas palavras da artista.
No último dia de exposição da peça, 28 de Maio, os visitantes podem escolher um livro na língua da sua preferência e levá-lo.
[via JN]

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Livro das Crianças de António Botto

Ontem, a colega Maria José Ferreira trouxe, aqui, à biblioteca, um livro do nosso escritor António Botto, o Mundo das Crianças datado de 1931. Diz na capa:

“ Aprovado oficialmente nas escolas da Irlanda …” e logo na introdução diz António Botto:

“ Maltratar com violência uma criança obrigando-a a derramar algumas lágrimas é lançar no seu espírito a ira, a tristeza, a inveja, a vingança, a hipocrisia. Com esse choro, com essa expansão dolorosa, de soluços e gemidos, desaparece para sempre a visão encantada, risonha e ingénua da vida; e pouco a pouco há-de extinguir-se aquela secreta e inefável comunhão espiritual que deve existir entre os que nos trouxeram a este mundo, - e nós que viemos para continuar amorosamente os seus desejos, os seus princípios e as suas ideias."




Este livro encontra-se, desde essa data de publicação, traduzido para irlandês, espanhol, alemão, inglês e italiano.

Eugénio de Andrade disse que foi a obra poética de António Botto que o fez afastar-se da escola e aconhegar-se cada vez mais na poesia.

domingo, 1 de maio de 2011

Dia do Trabalhador

Igualmente de modo simbólico, um poema para todos os trabalhadores: Operário em Construção, dito por Mário Viegas.



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Dia da Mãe

Simbolicamente, um mimo para todas as mães, neste belo poema de António Gedeão dito por Tiago Martins.



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