segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dia dos namorados


Falar do dia de S. Valentim, no Minho, remete-nos de imediato para os lenços de namorados, uma arte popular cultivada desde longa data pelas raparigas em idade namoradeira.Quem acha que a tradição desaparece desengane-se. Hoje, há já várias indústrias que fizeram e fazem desses motivos interessantes indústias, desde a cerãmica, a utilização dos motivos na moda, na confeitaria e nos textêis.Razão para a lei que diz " Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma". Na entrada da nossa escola aprecie esta arte secular. Se desejar saber mais desta arte, temos na Biblioteca, o livro certo .


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dia de S. Valentim

Não tinhamos há poucos anos a tradição de comemorar o dia de S. Valentim, mas a globalização leva-nos para caminhos antes inexistentes. Mas, se outras estradas surgiram, vamos percorrê-las nos nossos próprios meios de transporte.

Para este dia escolhemos o tema do AMOR na poesia portuguesa: Um tema de sempre para sempre. Escolhemos 14 poemas para o já mítico dia 14.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Na companhia de gaivotas


Enquanto almoçávamos no Parque da Cidade`e à espera da hora do musical das abelhas tivemos a companhia de muitas gaivotas. A lembrança do poema de José Gomes Ferreira foi inevitável

Leva-me os olhos, gaivota,
e deixa-os cair longe naquela ilha sem rota...
Lá...
onde os cravos e os jasmins
nunca se repetem nos jardins...
Lá...
onde nunca a mesma aranha tece a mesma teia
na mesma escuridão das mesmas casas...
Lá...
onde toda a noite canta uma sereia
...e a lua tem asas...
Lá...

José Gomes Ferreira (Portugal)

Um dia diferente





Hoje foi um dia de muitas aprendizagens em outras salas de aula. Os nossos alunos de 5º ano passaram um dia no Porto num rico programa cultural. A manhã decorreu no Museu e nos Jardins de Serralves. Tivemos uma interessantíssima visita à exposição "À arte, cidadãos" conduzida com mestria e simpatia por uma guia simpatiquíssima. Aqui deixamos o nosso gesto solidário para com Timor, deixando alguns livros. Seguiu-se um passeio pelos silenciosos jardins, atravessando a avenida onde se erguem seculares, silenciosos e despidos liquidambares, à espera dos frescos vestidos que a primavera lhes dará.

Prosseguimos a viagem em direcção ao parque da cidade do Porto para um tempo de almoço e de prazer que o espaço permite. Estivemos sem sol debaixo de um céu cinzento mas amigo, sem chuva nem vento. Refeitos e satisfeitos, dirigimo-nos para a Exponor para o espectáculo musical BZZZZZZ....a união faz a força! Uma história de valores num espectáculo de luz, música e dança.
Um dia de muitas aprendizagens em outras salas de aula.

Dia da Internet Segura


Comemora-se hoje o Dia da Internet Segura. Sabendo que a utilização da Internet é cada vez mais uma realidade, é necessário que cada utlizador o faça de forma SEGURA e esclarecida para poder usufruir plenamente dos seus benefícios.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Faria anos Almeida Garrett


Garrett foi o grande impulsionador do teatro em Portugal a partir do Romantismo. Propôs a edificação do Teatro Nacional e a criação do Conservatório. Com admirável persistência, Garrett não desistia. Em 1816 inscreveu-se na Faculdade de Leis e tomou contacto com os ideais liberais. Em 1843 começou a publicar as “Viagens na Minha Terra”. Foi o homem que deu à língua portuguesa o preceito de modernidade. “A língua moderna no País começa com Garrett”, diz António Mega Ferreira, presidente da Fundação Centro Cultural de Belém.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Em memória de Sophia


O espólio de Sophia foi entregue no passado dia 26 de Janeiro à Biblioteca Nacional, em simultâneo com uma exposição que lhe é dedicada, intitulada "Uma vida de poeta".A 27 e 28 do mesmo mês decorreu na Gulbenkian um Colóquio Internacional, justamente merecido, sobre a vida da escritora, a poeta de quem a realizadora Margarida Gil disse "A poesia e ela confundiam-se e confundia-se nela um desejo de justiça que sempre admirei" .
Nós, aqui, também a admiramos muito e deixamos-lhe um poema



Em memória de Sophia

Ainda te dói esta pátria que falece
À sombra da forma justa que sonhaste
A terra jaz de bruços conspurcada
Só as aves beijam o mar que tanto amaste.

Maria Isabel Fidalgo